MUNIQUE E INNSBRUCK – CONTIKI – EUROPEAN DISCOVERY

Oie! O que estão achando dos posts do meu Contiki?!

Hoje continuo pela Alemanha, após St. Goar, fomos em direção à Munique e chegamos umas 5h depois.

Chegamos direto ao hotel e tínhamos 1 hora livre antes de ir ao centro fazer um walking tour e como era sábado, tínhamos opção de ir para alguma baladinha depois. Ah, vou abrir um parenteses para contar um pequeno perrengue que passei…

Assim que acordei no hotel de St. Goar, que aparentava ser muito melhor que o de Amsterdam, me arrumei, sentei na cama para mexer no celular, quando olho em cima da cama, bem perto do travesseiro, tinha um BED BUG!!!!! Gente, na cama que eu tinha ACABADO de acordar e passar uma noite INTEIRA. Eu dei uma pirada real, pois esse era meu maior medo da viagem. Para quem não sabe, resumidamente, o bed bug é tipo um carrapato que se alimenta de sangue humano. Todos os relatos que eu tinha lido diziam que COÇA MUITO e pode estragar a viagem. Acontece que já era hora da saída do ônibus e eu não tive como tomar banho nem ver se tinha alguma picada no meu corpo.

Passei basicamente o dia todo me coçando, eu não sabia se era real ou se era psicológico, sabe quando tudo que você precisa é tomar um banho? Cheguei em Munique e decidi que naquela uma hora eu precisava de um, nem que eu saísse toda desarrumada para o resto do dia. Sai voando do ônibus, combinei tudo com minha roommate, nem chequei a lista dos colegas de quarto, pegamos a chave e subimos. Entrei no banho e uns 5 minutos depois ouvi uma outra voz em nosso quarto, pensei que fosse uma visita, sei lá…

Sai do banho, minha mala já tava toda bagunçada, eu claramente atrasada (acho que só tinha mais 15 minutos pra terminar de me arrumar), a outra menina que tava no meu quarto me olha e diz: acho que esse não é seu quarto. Gente, me deu um ruim TÃO grande kkkkkkk fiquei tipo, como assim? Os colegas de quarto não mudam, falaram que seria eu e a minha rommie forever together e agora tão me dizendo que não sou aqui???? Sai desesperada para achar guia, que graças a Deus ainda estava na recepção do hotel. Acontece que nessa noite rolou uma confusão e algumas mudanças aconteceram mesmo. Lá foi eu, com a mala toda zoada, de toalha na cabeça, recém saída do banho, sem make, trocar de quarto e com 10 minutos para terminar de me arrumar.

No fim a minha nova rommie também era legal, estava tão atrasada quanto eu, o quarto era mil vezes maior e a minha guia falou que com essas confusões do quarto tínhamos um tempinho a mais. Consegui ficar apresentável e nossa guia ligou para o nosso quarto porque todo mundo já tava no ônibus esperando a gente hahaha, foi péssimo, porque todos viram que era a gente que tava atrasada, mas eu não tinha culpa né?!

Ah, e sem picadas de bed bugs, após o banho me senti limpinha e agora estávamos hospedadas em um Ibis, que é infinitamente minha recomendação, porque é padrão, limpo, café da manhã ótimo e na dúvida, recomendo se hospedar em um para não ter surpresas desagradáveis. Ah, sempre é bom dar uma conferida na cama, em baixo do lençol para ver se não tem nenhum desses bichinhos que podem arruinar a viagem. Eu fiz isso o resto dos dias haha

Bom, após toda essa confusão, fomos ao centro de Munique. Tínhamos uma hora livre por lá até a Walking Tour começar. Ficamos só andando ao redor do ponto de encontro mesmo, com medo de nos perdermos. O guia dessa Walking Tour era gente boa e já no começo deu 2 minutos para comprarmos cerveja haha. Fomos andando por alguns lugares turísticos e depois tínhamos a noite livre. A grande parte do grupo acabou no famoso Hofbrauhaus, um lugar gigante com uma das melhores comidas da viagem. Estava lotado e tivemos que separar em pequenos grupos para conseguirmos mesa. Foi bem legal porque já estávamos mais enturmados e conversamos bastante. O atendimento foi demorado, mas o lugar é bem típico, comida deliciosa e dava de ver que vários locais estavam por lá, inclusive sentamos do lado de umas meninas que nos deram dicas do que comer.

 

Após, todos foram para uma balada, a 089 Bar. Eu achei o lugar muito legal, tocou músicas que eu gosto e todo o grupo se divertiu muito. Ao fim da noite, fomos todos de metrô para voltar ao hotel e durante a espera, ficamos brincando de “eu nunca”. É engraçado como nessa ponto da viagem, após 3 dias, já éramos todos amigos.

No domingo, o ônibus saiu as 09:15 rumo à Innsbruck, na Áustria. A recomendação é que já saíssemos bem agasalhados pois iríamos subir os alpes e a previsão era de chuva. Pegamos somente 2 horas de estrada e já estávamos lá.

Não sei se é porque tivemos mais tempo nessa cidade, ou se foi a surpresa ao subir as montanhas, mas foi meu lugar favorito do roteiro. Chegamos e visitamos a loja da Swarovski, achei os preços bem atrativos e valeu a pena a visita. Depois ficamos andando pelo centrinho da cidade, almoçamos e estava bem frio e chuvoso. Achei que deu um charme ainda maior à cidade.

Às 14h o grupo todo se encontrou pra subir os alpes. Esse foi o opcional que mais valeu a pena, fomos na Nordkette Mountain e quando pegamos a gôndola para subir, no meio do caminho ficou tudo branquinho e nevando! Era muita muita muita neve e como estava nublado na cidade, nunca imaginei que só pegando subindo lá iríamos encontrar isso. No início as árvores estavam típicas de outono e no meio do caminho elas ficaram todas brancas. A experiência mais incrível que já tive. Ao chegar no topo, como a maioria do grupo está acostumado em conviver com a neve, rolou guerra de bolas de neve, anjinho no chão, chocolate quente e aproveitamos o resto da tarde por lá, foi surreal.

O final do dia foi no hotel Dollinger, um dos melhores da viagem. Super limpinho, confortável e com vista para os alpes. A janta era inclusa e boa parte do grupo ficou no bar do hotel conversando e experimentando bebidas locais até fechar. Depois, alguns foram para outro lugar mas eu fui dormir, estava bem cansada e no outro dia saíamos as 07:30h para a Itália.

Assim foi a passagem por Munique e por Innsbruck, gostaram?

O próximo post será sobre Veneza, Roma e o Vaticano!

Beijos,

Ana Caroline

VIAGEM: AMSTERDAM – CONTIKI – EUROPEAN DISCOVERY

Oie! Continuando o post do meu Contiki, mas agora com um diário do roteiro que fiz pela Europa. Hoje vou contar os dois primeiros dias, quando passei por Amsterdam e St. Goar!

Resolvi pular Londres por enquanto e focar no roteiro que foi todo organizado pela empresa, já que na Inglaterra cheguei 3 dias antes e eu pude fazer tudo sozinha. Assim, cheguei em Londres na segunda-feira mas foi apenas na quarta final da tarde que teve início meu European Discovery. Na verdade, foi apenas uma reunião, que é na sede da Contiki em Londres, bem rápida e pouca informação. Coisa de 15 minutos, mas já ouvi falar que algumas vezes demora mais, acredito que dependa de cada guia.

Então – finalmente – na quinta-feira cedinho, às 6h, nos encontramos todos em um hotel, onde o ônibus saiu. Lá conferiram o peso das malas, os documentos e ganhamos uma folha de boas-vindas com algumas informações.

A saída demorou um pouco, mas quando estava tudo organizado, partimos para o porto de Dover. Ele liga a Inglaterra e a França. Pegamos um ferry gigante (tipo um navio) por umas 2 horas e depois seguimos de ônibus por outras longas horas rumo a Amsterdam. No meio do caminho a nossa guia fez algumas dinâmicas, entre elas uma em que tínhamos que alterar os lugares que estávamos sentados para conversar com outras pessoas. Foi bem legal e foi quando eu senti que meu inglês era melhor que eu imaginava. Saímos de Londres lá pelas 7h e chegamos em Amsterdam no fim da tarde, direto pro hotel.

Foi quando chegamos no hotel que eu descobri quem era minha roommate e já nos primeiros minutos eu vi que íamos nos dar bem. Jantamos no hotel e logo após todo o grupo se reuniu para ir em um passeio de barco nos canais de Amsterdam, com direito a 1h30min de open bar. O open bar tinha cerveja, vinho, vodka e uma bebida típica de “entrada”. Nessa hora, provavelmente influenciados pelo álcool (hahah), as conversas fluíram! Sentamos em pequenos grupos e fomos nos conhecendo, bem legal.

Após, seguimos em direção à Red Light Street para assistir à um Sex Show. Hahah, foi uma experiência bizarra, mas é história pra contar né? Daquelas coisas que a gente faz uma vez na vida, principalmente numa cidade tão liberal quanto Amsterdam kkkkk. Nessa rua é proibido fotografar. Ah, esse passeio nos canais e o show eram opcionais, mas todos do grupo toparam. Depois do show tínhamos duas opções: poderíamos voltar por transporte público com a nossa guia ou continuar passeando.

O grupo se separou, alguns foram para o hotel e outros ficaram. A guia sempre ensinava a melhor maneira de voltar para quem ficasse. Eu fiz parte do grupo que ficou andando pela Red Light, paramos em um dos The Bulldog Coffeeshop e também numa baladinha que não estava tão legal assim, um tempinho depois pegamos o ônibus e voltamos para o hotel, mas aproveitamos o máximo da noite em Amsterdam.

Na sexta-feira, saímos as 8:15h para o centro da cidade e nessa hora estava chovendo MUITO, justamente na hora que íamos para a famosa placa de Amsterdam. Incrivelmente, assim que o ônibus estacionou, a chuva parou, o tempo abriu e pegamos a placa praticamente só para nós! Acho que essa é uma boa dica, ir cedinho pra pegar uma foto limpa.

Depois disso, tínhamos a manhã livre até 12:30h, quando íamos partir para a próxima cidade. Ficamos em 4 pessoas andando pelas ruas, saindo da placa até o Van Gogh Café que era o ponto de encontro. Não fizemos nada em especial, apenas fomos andando naquele sentido, tomamos um chocolate quente para espantar o frio, achamos umas feirinhas, almoçamos e ficamos perambulando até a hora de partir para o próximo destino!

Amsterdam foi tudo o que eu imaginava e que se houve falar, ficamos 24hrs e deu para ter uma boa noção. Eu queria ter planejado um pouquinho melhor o que fazer nessa manhã livre, mas só ficar passeando pelas ruas foi ótimo e conseguimos uma visão geral da cidade.

Após Amsterdam paramos em St. Goar, foram 5h de ônibus até lá. A realidade é que a parada é só para não ficar cansativo o caminho até Munique. Chegamos a noite e na cidade não tem nada para fazer, é tudo fechado, tivemos um jantar beeem alemão no hotel e depois do outro lado da rua havia uma vinícola, o opcional da noite era fazer uma degustação dos vinhos. Novamente, grande parte do grupo participou. Eu confesso que não gostei, experimentamos uns 5 vinhos em copinhos de “shots” e eu não entendia NADA da explicação. Fim do dia, alguns ficaram pelo bar do hotel, outros foram até um castelo que tinha por lá (o que o vinho não faz né haha) e eu fui dormir.

No dia seguinte, sábado, as 8:30h saímos rumo à Munique e vimos que do outro lado do hotel a vista era linda! O nascer do sol, o rio que passava ali perto e os castelos aos redores, valeram a parada.

Ah, todos os dias uma folha nesse estilo passava pelo ônibus mostrando a programação do dia.

Próximo post: Munique e Innsbruck, uma das minhas partes favoritas!

Espero que tenham gostado,

Ana Caroline

VIAGEM: CONTIKI – EUROPEAN DISCOVERY / DESCOBRINDO A EUROPA

Oie! Hoje vou contar pra vocês minha experiência com a empresa Contiki!

Quem me acompanhou pelo Instagram do blog no mês passado viu que eu fiz uma viagem pela Europa e hoje vou dar os detalhes 🙂

Bom, tudo começou com uma meta minha para esse ano: fazer uma viagem internacional.

Falei com amigos, família, fiz alguns planejamentos, no fim tudo sempre ia sendo adiado. Pensei em fazer um mochilão sozinha, mas o ano já estava quase acabando e eu não sabia se tinha coragem de me jogar assim. Comecei a pesquisar até que encontrei esse “mochilão organizado”. Passei uns dois dias fuçando tudo na internet e encontrei duas empresas semelhantes: Top Deck e Contiki (no Brasil pode ser negociada com a STB). Aqui vou falar sobre a Contiki que foi minha escolha.

A Contiki oferece viagens no mundo inteiro para jovens entre 18 e 35 anos. São grupos fechados com pessoas de diversas nacionalidades e eles organizam tudo: roteiro, hotéis, transporte, uma parte da alimentação, alguns passeios inclusos e outros opcionais. No meu primeiro dia a guia já falou “agora que começou relaxem e curtam a viagem, pois eu estou aqui pra organizar todo o resto”. O idioma do grupo é o inglês.

Eu escolhi o European Discovery (Descobrindo a Europa) que passou por 8 países em 12 dias. Sim, o ritmo é louco e é um dia em cada cidade, é pra ter aquela visão geral e escolher onde vai passar mais tempo da próxima vez. Como eu estava sozinha e não tinha ninguém na mesma vibe que eu, acho que foi a escolha perfeita! Claro que se eu tivesse algum amigo pra ir junto, podia ter feito algo mais tranquilo, conhecendo melhor cada lugar, mas não me arrependo. Caso você tenha chegado até esse post porque está pensando em fazer algo parecido, já vai sabendo que é apenas pra riscar os lugares da lista e não conhecer profundamente cada um deles.

Meu roteiro foi o seguinte: saída de Londres > Amsterdã > St. Goar > Munique > Innsbruck > Veneza > Roma (com Vaticano) > Florença > Lucerna > Paris.

Final de setembro eu estava começando as pesquisas, lendo blogs e super insegura porque não tinha muita informação na internet, principalmente de brasileiros que tinham feito algo parecido. No dia 15 de outubro embarquei para Londres. Cheguei lá na segunda e fiquei livre até a saída pra Amsterdã na quinta-feira, que foi quando meu Contiki realmente começou. Eu optei chegar antes pra matar a saudade de Londres haha. Vou contar o que fiz nos lugares em um outro post.

O meu grupo era bem diversificado. Éramos em 46 pessoas, 1 motorista e 1 guia. Eu era a única brasileira do grupo e estávamos em 11 nacionalidades: Austrália, EUA, Nova Zelândia, China, Canadá, Filipinas, Inglaterra, Índia, África do Sul, o motorista de Portugual e eu hahaha. Eu passei 12 dias falando inglês o tempo todo! Me surpreendi com a minha capacidade e sem dúvidas é essencial um nível avançado da língua. A experiência é tipo um intercâmbio, mas muito melhor! Eu comprei quarto duplo e dividi com uma Australiana super fofa, nos demos muito bem e éramos parecidas nos gostos e vontades. Com ela que passei a maior parte da trip, sentávamos no ônibus juntas, jantar, passeios, tudo praticamente.

O inesperado do meu grupo é que tinham 9 casais! Hahahaha Geralmente essa é uma viagem de solteiros que viajam sozinhos. Alguns ficavam mais entre eles, outros faziam amizade mais fácil. Quem estava sozinho, era mais fácil de interagir. Todo mundo está na mesma sabe? Conhecendo pessoas novas, se divertindo, todos simpáticos e querendo aproveitar o máximo!

Acredito que isso é o diferencial desse estilo de viagem e a melhor parte da minha escolha. Você passa praticamente 24 horas por dia, durante 12 dias, com pessoas que você nunca tinha visto na vida, de culturas diferentes, profissões, vidas, sonhos mas todos ali, unidos viajando. No primeiro dia de viagem a guia fez uma dinâmica mudando todo mundo de lugar e quebrou o gelo do início. Voltei já morrendo de saudades de todos, daquela rotina louca que só a gente entendia, das festas, da correria, das culturas diferentes, dos lugares encantadores, ahhh queria tudo de novo!

Ah sim, o transporte dentro da Europa era todo dentro de ônibus. Passávamos em média 5 horas por dia se locomovendo, o que é um pouco chato, mas acabávamos aproveitando pra dormir. Tinha entrada USB pra carregar celular em cada assento, não inclinava muito a poltrona mas consegui dormir todos os dias um pouco. As janelas eram grandes para aproveitar a paisagem. O ônibus era limpo e o banheiro só podia ser usado para emergências. Parávamos geralmente no meio do trajeto (cerca de 3 horas) para comer e usar o banheiro. As paradas eram de 45 minutos. Tinha apenas 100MB de internet grátis e o preço para comprar mais era absurdo. Recomendo comprar um chip mesmo.

Todos os dias nossa guia passava a programação e contava um pouco do lugar que estávamos indo, ela programava nosso tempo para aproveitar o máximo possível, dava dica do transporte público, organizava a entrada nos lugares e fazia um resumo dos próximos dias. Também muito legal que tivemos uma música tema que ela tocava todos os dias e uma “wake up song” que ela botava alto quando chegava a hora de acordar hahahaha. Ela era super animada e com uma energia ótima. Cada dia recomendava uma comida e bebida típica, onde aproveitar nosso tempo livre e até nos acompanhava nas festas.

No meu pacote estavam inclusos as 12 noites de hospedagem, café da manhã todos os dias, 7 jantares e os seguintes passeios (descrição de quando comprei o pacote e meus comentários):

  • Tour guiada e andando em Veneza
  • Barco para entrar em Veneza (o que agora me parece algo óbvio, para entrar em Veneza o ônibus estaciona antes, pegamos um barco e entramos na cidade)
  • Especial tour em Roma (hmmm… acho que foi a volta dentro do ônibus para conhecer a cidade hahaha)
  • Um sorvete incluso em Roma (acabei de perceber que não ganhamos free não hahaha)
  • Tour guiada e andando em Florença (a guia local era uma fofa)
  • Exclusiva tour “Paris a noite” (acredito que seja a volta dentro do ônibus também, mas fizemos no fim da tarde e com duas paradas rápidas para foto)
  • Entrada no segundo andar da Torre Eiffel a noite (lindo demais, mas estava muuuito frio! Se quisesse subir até o último andar era mais 6 euros, optei por ficar só no segundo mesmo porque estava muito frio e era noite).

Além disso, era possível comprar os opcionais (ou “me time opcional”) que eu acabei fechando tudo e a maioria do grupo também. Mas algumas pessoas não e enquanto fizemos esses passeios eles tinham o tempo livre. Também segue a relação com a descrição e meus comentários:

  • Amsterdam Canal Cruise – Passeio de barco nos casais de Amsterdam com open bar, duração de 1h30min
  • Sex show em Amsterdam (não estava na descrição antes da viagem, mas a guia ofereceu no primeiro dia)
  • Degustação de vinho em St. Goar (é um cidade pequena, não tem nada pra fazer a noite, experimentamos cerca de 5 tipos de vinhos em copinhos de “shot” mas eu não conseguia entender nada que o cara explicava)
  • Tour guiada e andando em Munique
  • Subida aos Alpes em Innsbruck (demos muita sorte e nevou no dia! Pra mim, sem dúvida, o melhor opcional da viagem!)
  • Passeio na gôndola em Veneza (outro que amei e super típico da cidade)
  • Jantar típico em Veneza
  • Entrada e visita guiada no Coliseu
  • Tour guiada no Vaticano
  • Foto impressa do grupo em Florença (esse é um que pode ser dispensável, mas acabei comprando pra ter uma foto bonita – e impressa – do grupo todo como lembrança)
  • Jantar em Florença típico da Toscana
  • Balada em Florença – Space Electronic Disco (no fim, só estavam Contikis… hahaha Era pra ser uma festa enorme e foi bem sem graça. O lugar era enorme e só estávamos nós. Talvez porque era uma quinta-feira, não sei… Claro que rolou diversão, mas fomos para uma balada em Munique muito melhor)
  • Jantar e show no Moulin Rouge em Paris (é o item mais caro da lista – 157 euros, fiquei muito em dúvida se ia ou não, o jantar foi ótimo e chique. É algo típico de Paris, algumas pessoas do grupo estavam ansiosas por isso, mas eu realmente não fazia questão. Acho que é tipo uma vez na vida, por isso acabei pagando hahah o show realmente é uma grande produção e como era a noite de despedida, me juntei ao grupo).

Depois vou fazer um post dia-a-dia comparando o que estava escrito no roteiro e o que fizemos certinho e com detalhes, porque esse post já está enorme hahahah 🙂

Uma coisa que eu vi muita gente falando nas minhas pesquisas é sobre ficar doente. A viagem tem um ritmo intenso, dormimos pouco, mudamos de clima (tipo da neve na Áustria pro calor da Itália em 24hrs) então é claro que afeta a imunidade. Eu fui sentir nos últimos dias do meu Contiki a gripe, e assim que cheguei no Brasil ela me pegou de vez. Antes de ir tomei várias vitaminas (vitamina C, cápsula de alho e própolis) para ajudar na imunidade hahaha também levei um kit com remédios caso ficasse mal lá e precisei uns dois dias.

Vale a pena fazer um Contiki?

Depende! Se você estiver na mesma fase que eu, ou seja, tem dinheiro, tempo disponível mas não quer viajar sozinho, nem quer planejar tudo, tem inglês avançado e quer fazer novas amizades, essa é a viagem pra você! Acho que essa decisão é muito pessoal, e eu sem dúvida recomendo, desde que tenha a mente aberta. Tem que ir preparado para ser a única pessoa do Brasil (sei de outros grupos que geralmente tem mais, mas prefiro sempre esperar o “pior” hahaha), pode ser que não goste do colega de quarto, vai dormir pouco, passar 5 horas por dia no ônibus, conhecer tudo meio correndo mas também conviver pessoas incríveis, rir muito, festar (se quiser), experimentar comidas diferentes, aproveitar o máximo possível sem preconceitos e luxo. Afinal o slogan da empresa é #noregrets (sem arrependimentos), então, se decidir fazer algo assim, vá sem expetativas e aproveite o momento único!

Pra mim, foi a melhor escolha que eu fiz, risquei vários países da minha lista de desejos. Maaas claro que eu fui bem ciente do estilo da viagem (12 dias, 8 países) e já sabia que iria ver o básico do básico de cada lugar, que iria passar tempo no ônibus e que iria ter que voltar pra vários lugares de novo para conhecer direitinho e com tempo. Eu adoro planejar viagem, mas pra quem não gosta estava tudo prontinho.

Na verdade, é outro ponto que gostei muito. Para entrar na Torre Eiffel, Coliseu, subir nos Alpes, a nossa guia já estava com tudo pronto sabe?! O ticket da entrada, como chegar lá, era só a gente seguir ela, sem estresse. Mesma coisa no Moulin Rouge, tinha uma fila enorme e a gente simplesmente passou e entrou porque já estava tudo organizado para nós.

Minha única reclamação é de alguns hotéis. Teve uns 4 péssimos no meio do caminho, mas também é assunto pra outro post! Escreverei uma review de cada um que fica mais fácil.

Eu não sei se faria outro, mas simplesmente pela razão de que agora perdi o medo de viajar sozinha e também quero fazer com mais calma. Quer dizer… não sei hahaha Já estou louca pra ir pra Grécia e eu vi que os roteiros deles são mais tranquilos, quem sabe né?! O problema de viajar é que só me da mais vontade de conhecer o mundo.

Vamos ver o que me espera no ano que vem!

Últimas informações e links:

Contiki | Meu roteiro | Outros Contikis pela STB Brasil

  • Seguro-viagem: Comprei as passagens pelo MasterCard Platinum e usei o seguro que é gratuito oferecido pelo cartão de crédito.
  • Chip para o celular: Vodafone
  • Passagens áreas: Compradas com 20 dias de antecedência (valor não favorável), operada pela LATAM, ida Navegantes – Londres e volta Paris – Navegantes.
  • Contiki e passagens comprados com a STB Brasil de Blumenau (tinha um desconto da Contiki chamado “last minute deals”)
  • Levei Euros e Libra (mais Euros porque só passei 3 dias em Londres)
  • Usei cartão de crédito internacional (Nubank e o MasterCard, sem problemas).
  • Comprei 2 noites extras em Londres (sem café da manhã) no mesmo hotel do meu Contiki
  • Andei muito de transporte público em Londres
  • Gastei em média uns 15 mil reais no total, considerando Contiki + passagens + todos os opcionais oferecidos + compra das moedas + gastos no cartão/chip de celular/comida/extras. O câmbio infelizmente não está dos melhores, então isso pode variar, eu nem sei o valor final ainda porque não fechou o cartão de crédito ainda.
  • Comi bem na viagem, quase nada de fast food. Todo mundo tava na onda de experimentar a comida local, então o preço das refeições não inclusas foi meio alto (muito sorvete, pizza, macarrão kkkkk).
  • Antes de ir eu também tinha lido que era muita festa, mas no meu grupo nem achei tanto assim. Uma menina não foi pra nenhuma porque ela não bebia álcool (o que nem faz muito sentido kkkk, é só sair e não beber né?!)… Outros dias as pessoas ficavam nos bares dos hotéis, teve alguns dias de festa, enfim, não é uma loucura, achei bem tranquilo. Tinha gente mais animado e outros nem tanto. Quem não é muito fã de baladas é só ir pro hotel e ta tudo bem 😉
  • Só pode levar uma mala com até 20 kgs. Isso foi a pior parte, sofri demaisssss, mas acho que fui meio trouxa porque tinha gente com malas bem maiores que a minha. Então não sei se sempre eles são de boa com isso e deixam passar, mas no meu caso, ninguém teve problema com mala e eu podia ter levado uma maior.
  • Cuidado para não se apaixonar kkkkkkk

Gostaram do post? Alguma dúvida?

Hoje faz exatamente um mês que embarquei, nem acredito!! 🙁

Ainda vou contar mais os hotéis e alguns diários de viagem contanto tudo detalhadamente!

Beijos,

Ana Caroline

DIÁRIO DE VIAGEM: JERICOACOARA 2017

Oiee!! Tudo bem com vocês?

Hoje vim contar pra vocês um pouquinho da minha viagem para Jericoacoara desse ano. Na minha família virou tradição, nos últimos anos tiramos uma semana de férias e vamos conhecer um pedacinho do nordeste do Brasil. A primeira vez foi Fortaleza e arredores, depois saímos de Fortaleza e fomos até os lençóis maranhenses e ano passado de Fortaleza até Natal. Todos esses lugares são paisagens diferentes, clima maravilhoso e acende um amor ainda maior pelo nosso país. Acho que já deu de perceber que gostamos de lá né? Hahahaha É que cada ano vamos descobrindo novas coisas para fazer!

Em 2015 havíamos visitado Jericoacoara bem rapidinho (até contei aqui no blog). A vila nos impressionou demais e nesse ano decidimos voltar com mais tempo para explorar cada cantinho. Parece que conhecemos um novo lugar!

Saímos de Blumenau na sexta (21/07) e nosso voo era até Fortaleza (dica: agora já tem aeroporto em Jericoacoara, compensa demais se esse for o único destino da viagem). Chegamos em Fortaleza no fim da tarde, passeamos um pouquinho pelo centro e a noite dormimos em Flecheiras. No sábado passeamos por essa parte do litoral que é linda e após o almoço começamos o caminho até Jeri.

De Fortaleza à Jericoacoara são cerca de 300 km, mas pode levar umas 5 horas para chegar até a vila. Nosso guia foi passando pelas praias, subimos dunas e encontramos lugares lindos, como os abaixo:

Chegamos no fim de tarde em Jericoacoara, jantamos e a noite decidimos conhecer o tradicional forró! Gente, que experiência incrível. Eu estou numa fase da vida que amo festinhas (hahah), então achei muito divertido. Foi algo completamente diferente do tipo de festa que eu vou, casais dançando e também vários turistas curiosos. Como era sábado, naquela noite era o Forró da Dona Amelia, o lugar é um restaurante e depois das 23:30h é que começa a festa. A entrada foi R$ 20,00. Vale a pena conhecer! Ah, cada dia o forró é em um lugar diferente, só se informar pela vila.

Outra dica da vida noturna de Jeri são as barraquinhas de caipirinha na beira da praia. A variedade é enorme, só escolher! Alguns dias da semana tem DJ tocando música por ali e o lugar lota. O bom é que fica ao ar livre e não precisa pagar para participar.

O dia seguinte foi livre e passamos na praia. É possível alugar cadeiras e guarda-sol. No fim do dia, subimos a Duna do Pôr do Sol para acompanhar o fim de tarde. Lá em cima venta muito, ou seja, areia voa toda em você (não adianta ir depois do banho ou arrumadinho porque sai de lá empanado kkkkkk) mas compensa demais. Sem dúvida o pôr do sol mais lindo que eu já vi na vida. É atração turística, a duna fica lotada!

Na segunda-feira tínhamos o primeiro passeio programado, saímos para o lado oeste, fizemos o passeio para ver os cavalos marinhos de barco, mangue seco até chegar em Tatajuba para almoçar e ficar até o fim do dia. Lá tem um escorregador que cai dentro da lagoa (R$ 10,00 para descer 3x) e stand up e caiaque para alugar. O restaurante é uma delícia (vou fazer um post contando as dicas mais específicas de onde comer/hospedar/etc).

Duas curiosidades: por ser no meio das dunas, não tem energia elétrica no local. Então, nosso suco de abacaxi, por exemplo, não foi feito no liquidificador e sim na mão mesmo! Outra coisa é que quando pedimos o cardápio, surgiu o garçom com os peixes/camarões/lagosta em uma travessa hahahah, era só escolher o que queria, ao vivo mesmo.

No dia seguinte, turistamos para o lado leste. A primeira (e mais longa) parada foi na Lagoa do Paraíso. Passamos praticamente o dia todo lá em um Beach Club chamado Alchymist. Já havíamos visitado a lagoa na viagem antiga, mas parecia que estávamos em um local totalmente diferente. Esse Beach Club é muito bem estruturado e gigante, totalmente direcionado para turistas. O preço é um pouco mais salgado, mas vale a pena passar o dia. É lá que tem as redes dentro da lagoa e a água super transparente cheia de peixes. Além disso também é possível alugar stand up e caiaque. Saímos de lá umas 15h e passamos pela Lagoa Azul, Praia do Preá e Árvore da Preguiça.

Os outros dias tínhamos livres e faltava só a Pedra Furada para finalizar os pontos turísticos. A maioria dos passeios ao fazer o lado leste também já param ali, mas a dica é ir até lá do centro de Jeri caminhando ou de charrete. Os carros acabam deixando numa distância bem longa da Pedra e é quase a mesma de andar do centro. A diferença é que andando do centro, além de não perder um tempo que poderia estar nas Lagoas, por exemplo, a vista pela praia é simplesmente maravilhosa! A caminhada é razoavelmente cansativa, mas vale MUITO a pena. Para quem não quiser andar tanto, as charretes chegam muito mais perto da pedra do que os carros ou bugues. E se quiserem uma dica ainda melhor, em determinadas épocas do ano o sol se põe bem no meio da pedra e é sensacional, eu acabei não indo – bobiei – e me arrependi. Fica a dica!

Essa foto do pôr do sol na Pedra Furada nossos amigos que tiraram, maravilhoso né? Eu vi o pôr do sol quase todos os dias e fiquei emocionada, vale a pena ver mesmo que da praia.

Gente, e esse céu azul? E a cor dessa água? Sem palavras!!

Jericoacoara tem um clima incrível, as ruas são todas de areia, tem uma vibe deliciosa e eu fiquei ainda mais apaixonada. Sem dúvidas voltarei.

No meu Instagram eu fiz um mini vídeo com alguns momentos da viagem:

Saudades desse paraíso 💛 #tbt

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Gostaram do post?

Beijos,

Ana Caroline

O QUE USAR NA ITALIA NA PRIMAVERA?

Nosso terceiro país, a Itália, nos recebeu com mais calor do que os outros. Na primeira cidade, Veneza, o aumento da temperatura ainda foi tímido, porém já não era mais preciso usar casacões e luvas.

As manhãs e tardes era mais frias, em torno dos 10° C, e as tardes chegavam aos 18° C, uma temperatura super agradável comparada com os 3° C de Londres + Chuva + Vento.

Já era possível sair do hotel apenas com um casaco leve e manga longa por baixo. Quem é mais calorento (oi, Matheus) já podia arriscar a manga curta. Como fez sol durante todos os dias em que ficamos lá, estava muito gostoso para caminhar nas ruazinhas e descobrir pontes e canais.

Blusa Branca Gola Alta, Calça Jeans e Casaqueto Caramelo Renner – Bota Caramelo Zara

Camisa H&M – Calça Jeans Renner – Bota Caramelo Zara

   Blusa Branca Doce Trama – Calça Branca Renner – Casaco Marrom Brechó (Enjoei) – Bota Caramelo Zara – Cinto Stradivarius

Resumindo, para Veneza, a mala pode ser um pouco mais leve! Mas ainda sim leve pelo menos um casacão. Calçados abertos já são mais bem-vindos, mas nas sombras das ruazinhas estreitas ainda fica friozinho.

Roma foi nossa última cidade e aí sim o calor europeu chegou para nos esquentar. As temperaturas durante o dia chegaram aos 23° C, então deu até para usar um vestido que tinha levado na mala! Pela manhã e noite ainda fazia frio: saímos do apartamento com 10° C, mas sempre esquentava – muito – durante o dia!

Para quem passa o dia caminhando em baixo do sol, 23° C é muito quente! kk 


Vestido Caramelo Doce Trama – Casaqueto Preto Doce Trama – Bota Preta Zara

Blusa Preta Renner – Casaqueto Preto Doce Trama – Calça Preta Zara – Tênis Preto Olympikus – Cinto Stradivarius

  

Último dia de viagem, já sem criatividade para montar looks :/
Blusa Branca Renner – Casaqueto Renner – Calça Jeans Zara – Bota Preta Zara

Para Roma, acredito que por garantia, ainda seja bom levar um casaco mais pesado, mas já é possível andar bem leve, sem muitas peças de roupa e com roupas mais curtas. Um calorzinho gostoso que pode muito bem ser acompanhado de um – ou vários! – gelatos por dia! kk

Espero que tenham gostado!

Beijos,
Carol Borba

O QUE USAR EM PARIS NA PRIMAVERA?

Nosso segundo destino na Europa foi Paris. Ficamos apenas três dias na cidade, mas conseguimos conhecer os pontos mais importantes e sentir um pouco o clima de lá.

Por lá, a primavera parecia já ter chego. Pegamos três dias de céu azul e temperaturas um pouco mais altas do que em Londres, por volta dos 15° C, mas ainda assim a composição dos looks continuou a mesma: tricot, casaco pesado e calça. Luvas e toucas não eram mais tão importantes assim, mas o cachecol sempre era bem-vindo por causa do vento.

Tricot Mescla Zara – Calça Branca Renner – Casaco Preto da Mãe – Bota Preta Zara

Tricot Mescla da Mãe – Calça Preta Zara – Casaco Marinho da Mãe – Bota Preta Zara

Moletom Off-White Sofie – Calça Preta Zara – Casaco Marrom Brechó (Enjoei) – Bota Marrom Zara

As dicas para quem vai à Paris nessa época continuam praticamente as mesmas de Londres. Quando faz sol e você caminha o dia inteiro esquenta, mas não o suficiente para usar roupas curtas ou abrir mão do casacão. A única coisa é que não era mais preciso colocar mil e uma blusas por baixo para aquecer.

Beijos,
Carol Borba

O QUE USAR EM LONDRES NA PRIMAVERA?

No mês de março fiz a viagem da minha vida!!! Sempre tive o sonho de conhecer Londres e finalmente consegui realiza-lo!

Como viagem é um assunto que eu adoro, e acredito que posts sobre isso sempre acabam ajudando alguém que está planejamento uma, vou contar várias coisas sobre ela por aqui. Vou começar pelos looks!

Pegamos Londres no início da Primavera, mas não vimos nada da estação nova por lá kk. Foram dias muito frios, de vento e chuva fininha. Chegou a fazer 3° C em uma tarde chuvosa e gelada!

Por isso, os looks por lá foram os mais pesados da viagem. Casacões com tricots, cachecóis, toucas e luvas. Essa era a combinação de todos os dias!

Para não ficar igual a viagem inteira, levei três casacos pesados: um preto, um marinho e um marrom. Mas o último foi usado 1000 vezes mais do que os outros. Os looks se distinguiam principalemnte pela calça e pelo tricot usado por baixo. Fora isso, os “acessórios” de frio sempre foram os mesmos.

Vem ver os looks de Londres!

Blusa Preta Renner – Calça Legging com Courino Sofie – Casaco Marrom Brechó (Enjoei) – Tênis Preto Olympikus

Tricot Mescla Zara – Calça Preta Zara – Casaco Marrom Brechó (Enjoei) – Bota Preta Zara

Vestido Preto Doce Trama – Bota Preta Zara

Tricot Mescla Dzarm – Calça Jeans Zara – Casaco Marinho da Mãe 🙂 – Tênis Olympikus

Blusa Preta Gola Alta Renner – Saia de Courinho Renner – Casaqueto Preto Doce Trama – Bota Clarinha Zara

Blusa Listrada Renner – Calça Preta Zara – Casaco do Preto da Mãe 🙂 – Tênis Olympikus

Camisa Jeans Renner – Calça Jeans Renner – Casaco Marrom Brechó (Enjoei) – Bota Preta Zara

 Minhas dicas para quem vai viajar nessa época:

  • Faz frio! Pode até aumentar a temperatura durante o dia, mas ainda assim continua muito frio!
  • Leve mais de um casaco pesado (dois já está bom dependendo da quantidade de dias que você vai ficar), pois como passamos muito tempo em locais abertos turistando, usamos o casaco direto!
  • Monte seu look em camadas, pois caso abra o sol, pode esquentar um pouquinho (por exemplo, uma blusa fina, um tricot e um casaco pesado por cima).
  • Leve cachecol, luva e touca, pois quando venta fica muito difícil sem esses acessórios.
  • Não adianta levar calçados abertos (só se você tiver muita sorte e pegar todos os dias sem chuva e com sol, mas se não, eles não serão usados).

Espero que tenham gostado!

Beijos,
Carol Borba

CABELO NOVO!

Desde que cortei o meu cabelo mais curto pela primeira vez, cada vez mais tenho vontade de mudar. Depois de ficar anos com o mesmo visual, em 4 anos já passei por um longo com californianas, um long bob, um long bob com franjinha , um moreno iluminado, e agora radicalizei de vez! 😛

Há duas semanas decidi que queria clarear o meu cabelo, e até então iria só cortar as pontas. Mas me conheço – e as pessoas ao meu redor também – e sabia que se não cortasse muito, daqui há um mês iria querer cortar de novo. Então mudei tudo e fiz um long bob super claro (para mim kk)!

Quem fez o cabelo foi a Bruna de novo e amei o resultado! 🙂 Foram horas para descolorir o suficiente, mas deu tudo certo e ficou lindo, como eu queria! haha

O que vocês acharam? Mudou bastante, né?

Beijos,
Carol!

LOOK DO DIA – PELEGO PRATEADO

 

QUE VERGONHA! É a primeira coisa que digo desse look do dia! Gente, faz 10 meses que fotografei esse look e fiz o primeiro rascunho do post!

Na época, fiquei em dúvida se postava ou não, porque as fotos não ficaram tão bonitas e é um look que, mesmo não sendo tão antigo, já mudaria algumas coisas. Uma delas é a calça, que acabou ficando larga na barra. Mas enfim, hoje decidi postar, porque sim! haha.

Usei ele quando o clima começou a ficar mais frio por aqui no ano passado, e lembro de ter gostado muito dele no dia. A blusa de gola alta foi o meu xodó naquele inverno, e acredito que nesse vai continuar da mesma forma. O casaco continuo amando e ainda acho que dá um toque diferente em qualquer combinação, como nessa por exemplo, que não passar de uma produção total black.

Como o casaco tem essa pegada metalizada, puxei o prateado para os acessórios. Nos pés, uma bota mara – que não ficou mara nas fotos, mas confiem em mim! haha.

O que vocês acharam?

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