VIAGEM: CONTIKI – EUROPEAN DISCOVERY / DESCOBRINDO A EUROPA

Oie! Hoje vou contar pra vocês minha experiência com a empresa Contiki!

Quem me acompanhou pelo Instagram do blog no mês passado viu que eu fiz uma viagem pela Europa e hoje vou dar os detalhes 🙂

Bom, tudo começou com uma meta minha para esse ano: fazer uma viagem internacional.

Falei com amigos, família, fiz alguns planejamentos, no fim tudo sempre ia sendo adiado. Pensei em fazer um mochilão sozinha, mas o ano já estava quase acabando e eu não sabia se tinha coragem de me jogar assim. Comecei a pesquisar até que encontrei esse “mochilão organizado”. Passei uns dois dias fuçando tudo na internet e encontrei duas empresas semelhantes: Top Deck e Contiki (no Brasil pode ser negociada com a STB). Aqui vou falar sobre a Contiki que foi minha escolha.

A Contiki oferece viagens no mundo inteiro para jovens entre 18 e 35 anos. São grupos fechados com pessoas de diversas nacionalidades e eles organizam tudo: roteiro, hotéis, transporte, uma parte da alimentação, alguns passeios inclusos e outros opcionais. No meu primeiro dia a guia já falou “agora que começou relaxem e curtam a viagem, pois eu estou aqui pra organizar todo o resto”. O idioma do grupo é o inglês.

Eu escolhi o European Discovery (Descobrindo a Europa) que passou por 8 países em 12 dias. Sim, o ritmo é louco e é um dia em cada cidade, é pra ter aquela visão geral e escolher onde vai passar mais tempo da próxima vez. Como eu estava sozinha e não tinha ninguém na mesma vibe que eu, acho que foi a escolha perfeita! Claro que se eu tivesse algum amigo pra ir junto, podia ter feito algo mais tranquilo, conhecendo melhor cada lugar, mas não me arrependo. Caso você tenha chegado até esse post porque está pensando em fazer algo parecido, já vai sabendo que é apenas pra riscar os lugares da lista e não conhecer profundamente cada um deles.

Meu roteiro foi o seguinte: saída de Londres > Amsterdã > St. Goar > Munique > Innsbruck > Veneza > Roma (com Vaticano) > Florença > Lucerna > Paris.

Final de setembro eu estava começando as pesquisas, lendo blogs e super insegura porque não tinha muita informação na internet, principalmente de brasileiros que tinham feito algo parecido. No dia 15 de outubro embarquei para Londres. Cheguei lá na segunda e fiquei livre até a saída pra Amsterdã na quinta-feira, que foi quando meu Contiki realmente começou. Eu optei chegar antes pra matar a saudade de Londres haha. Vou contar o que fiz nos lugares em um outro post.

O meu grupo era bem diversificado. Éramos em 46 pessoas, 1 motorista e 1 guia. Eu era a única brasileira do grupo e estávamos em 11 nacionalidades: Austrália, EUA, Nova Zelândia, China, Canadá, Filipinas, Inglaterra, Índia, África do Sul, o motorista de Portugual e eu hahaha. Eu passei 12 dias falando inglês o tempo todo! Me surpreendi com a minha capacidade e sem dúvidas é essencial um nível avançado da língua. A experiência é tipo um intercâmbio, mas muito melhor! Eu comprei quarto duplo e dividi com uma Australiana super fofa, nos demos muito bem e éramos parecidas nos gostos e vontades. Com ela que passei a maior parte da trip, sentávamos no ônibus juntas, jantar, passeios, tudo praticamente.

O inesperado do meu grupo é que tinham 9 casais! Hahahaha Geralmente essa é uma viagem de solteiros que viajam sozinhos. Alguns ficavam mais entre eles, outros faziam amizade mais fácil. Quem estava sozinho, era mais fácil de interagir. Todo mundo está na mesma sabe? Conhecendo pessoas novas, se divertindo, todos simpáticos e querendo aproveitar o máximo!

Acredito que isso é o diferencial desse estilo de viagem e a melhor parte da minha escolha. Você passa praticamente 24 horas por dia, durante 12 dias, com pessoas que você nunca tinha visto na vida, de culturas diferentes, profissões, vidas, sonhos mas todos ali, unidos viajando. No primeiro dia de viagem a guia fez uma dinâmica mudando todo mundo de lugar e quebrou o gelo do início. Voltei já morrendo de saudades de todos, daquela rotina louca que só a gente entendia, das festas, da correria, das culturas diferentes, dos lugares encantadores, ahhh queria tudo de novo!

Ah sim, o transporte dentro da Europa era todo dentro de ônibus. Passávamos em média 5 horas por dia se locomovendo, o que é um pouco chato, mas acabávamos aproveitando pra dormir. Tinha entrada USB pra carregar celular em cada assento, não inclinava muito a poltrona mas consegui dormir todos os dias um pouco. As janelas eram grandes para aproveitar a paisagem. O ônibus era limpo e o banheiro só podia ser usado para emergências. Parávamos geralmente no meio do trajeto (cerca de 3 horas) para comer e usar o banheiro. As paradas eram de 45 minutos. Tinha apenas 100MB de internet grátis e o preço para comprar mais era absurdo. Recomendo comprar um chip mesmo.

Todos os dias nossa guia passava a programação e contava um pouco do lugar que estávamos indo, ela programava nosso tempo para aproveitar o máximo possível, dava dica do transporte público, organizava a entrada nos lugares e fazia um resumo dos próximos dias. Também muito legal que tivemos uma música tema que ela tocava todos os dias e uma “wake up song” que ela botava alto quando chegava a hora de acordar hahahaha. Ela era super animada e com uma energia ótima. Cada dia recomendava uma comida e bebida típica, onde aproveitar nosso tempo livre e até nos acompanhava nas festas.

No meu pacote estavam inclusos as 12 noites de hospedagem, café da manhã todos os dias, 7 jantares e os seguintes passeios (descrição de quando comprei o pacote e meus comentários):

  • Tour guiada e andando em Veneza
  • Barco para entrar em Veneza (o que agora me parece algo óbvio, para entrar em Veneza o ônibus estaciona antes, pegamos um barco e entramos na cidade)
  • Especial tour em Roma (hmmm… acho que foi a volta dentro do ônibus para conhecer a cidade hahaha)
  • Um sorvete incluso em Roma (acabei de perceber que não ganhamos free não hahaha)
  • Tour guiada e andando em Florença (a guia local era uma fofa)
  • Exclusiva tour “Paris a noite” (acredito que seja a volta dentro do ônibus também, mas fizemos no fim da tarde e com duas paradas rápidas para foto)
  • Entrada no segundo andar da Torre Eiffel a noite (lindo demais, mas estava muuuito frio! Se quisesse subir até o último andar era mais 6 euros, optei por ficar só no segundo mesmo porque estava muito frio e era noite).

Além disso, era possível comprar os opcionais (ou “me time opcional”) que eu acabei fechando tudo e a maioria do grupo também. Mas algumas pessoas não e enquanto fizemos esses passeios eles tinham o tempo livre. Também segue a relação com a descrição e meus comentários:

  • Amsterdam Canal Cruise – Passeio de barco nos casais de Amsterdam com open bar, duração de 1h30min
  • Sex show em Amsterdam (não estava na descrição antes da viagem, mas a guia ofereceu no primeiro dia)
  • Degustação de vinho em St. Goar (é um cidade pequena, não tem nada pra fazer a noite, experimentamos cerca de 5 tipos de vinhos em copinhos de “shot” mas eu não conseguia entender nada que o cara explicava)
  • Tour guiada e andando em Munique
  • Subida aos Alpes em Innsbruck (demos muita sorte e nevou no dia! Pra mim, sem dúvida, o melhor opcional da viagem!)
  • Passeio na gôndola em Veneza (outro que amei e super típico da cidade)
  • Jantar típico em Veneza
  • Entrada e visita guiada no Coliseu
  • Tour guiada no Vaticano
  • Foto impressa do grupo em Florença (esse é um que pode ser dispensável, mas acabei comprando pra ter uma foto bonita – e impressa – do grupo todo como lembrança)
  • Jantar em Florença típico da Toscana
  • Balada em Florença – Space Electronic Disco (no fim, só estavam Contikis… hahaha Era pra ser uma festa enorme e foi bem sem graça. O lugar era enorme e só estávamos nós. Talvez porque era uma quinta-feira, não sei… Claro que rolou diversão, mas fomos para uma balada em Munique muito melhor)
  • Jantar e show no Moulin Rouge em Paris (é o item mais caro da lista – 157 euros, fiquei muito em dúvida se ia ou não, o jantar foi ótimo e chique. É algo típico de Paris, algumas pessoas do grupo estavam ansiosas por isso, mas eu realmente não fazia questão. Acho que é tipo uma vez na vida, por isso acabei pagando hahah o show realmente é uma grande produção e como era a noite de despedida, me juntei ao grupo).

Depois vou fazer um post dia-a-dia comparando o que estava escrito no roteiro e o que fizemos certinho e com detalhes, porque esse post já está enorme hahahah 🙂

Uma coisa que eu vi muita gente falando nas minhas pesquisas é sobre ficar doente. A viagem tem um ritmo intenso, dormimos pouco, mudamos de clima (tipo da neve na Áustria pro calor da Itália em 24hrs) então é claro que afeta a imunidade. Eu fui sentir nos últimos dias do meu Contiki a gripe, e assim que cheguei no Brasil ela me pegou de vez. Antes de ir tomei várias vitaminas (vitamina C, cápsula de alho e própolis) para ajudar na imunidade hahaha também levei um kit com remédios caso ficasse mal lá e precisei uns dois dias.

Vale a pena fazer um Contiki?

Depende! Se você estiver na mesma fase que eu, ou seja, tem dinheiro, tempo disponível mas não quer viajar sozinho, nem quer planejar tudo, tem inglês avançado e quer fazer novas amizades, essa é a viagem pra você! Acho que essa decisão é muito pessoal, e eu sem dúvida recomendo, desde que tenha a mente aberta. Tem que ir preparado para ser a única pessoa do Brasil (sei de outros grupos que geralmente tem mais, mas prefiro sempre esperar o “pior” hahaha), pode ser que não goste do colega de quarto, vai dormir pouco, passar 5 horas por dia no ônibus, conhecer tudo meio correndo mas também conviver pessoas incríveis, rir muito, festar (se quiser), experimentar comidas diferentes, aproveitar o máximo possível sem preconceitos e luxo. Afinal o slogan da empresa é #noregrets (sem arrependimentos), então, se decidir fazer algo assim, vá sem expetativas e aproveite o momento único!

Pra mim, foi a melhor escolha que eu fiz, risquei vários países da minha lista de desejos. Maaas claro que eu fui bem ciente do estilo da viagem (12 dias, 8 países) e já sabia que iria ver o básico do básico de cada lugar, que iria passar tempo no ônibus e que iria ter que voltar pra vários lugares de novo para conhecer direitinho e com tempo. Eu adoro planejar viagem, mas pra quem não gosta estava tudo prontinho.

Na verdade, é outro ponto que gostei muito. Para entrar na Torre Eiffel, Coliseu, subir nos Alpes, a nossa guia já estava com tudo pronto sabe?! O ticket da entrada, como chegar lá, era só a gente seguir ela, sem estresse. Mesma coisa no Moulin Rouge, tinha uma fila enorme e a gente simplesmente passou e entrou porque já estava tudo organizado para nós.

Minha única reclamação é de alguns hotéis. Teve uns 4 péssimos no meio do caminho, mas também é assunto pra outro post! Escreverei uma review de cada um que fica mais fácil.

Eu não sei se faria outro, mas simplesmente pela razão de que agora perdi o medo de viajar sozinha e também quero fazer com mais calma. Quer dizer… não sei hahaha Já estou louca pra ir pra Grécia e eu vi que os roteiros deles são mais tranquilos, quem sabe né?! O problema de viajar é que só me da mais vontade de conhecer o mundo.

Vamos ver o que me espera no ano que vem!

Últimas informações e links:

Contiki | Meu roteiro | Outros Contikis pela STB Brasil

  • Seguro-viagem: Comprei as passagens pelo MasterCard Platinum e usei o seguro que é gratuito oferecido pelo cartão de crédito.
  • Chip para o celular: Vodafone
  • Passagens áreas: Compradas com 20 dias de antecedência (valor não favorável), operada pela LATAM, ida Navegantes – Londres e volta Paris – Navegantes.
  • Contiki e passagens comprados com a STB Brasil de Blumenau (tinha um desconto da Contiki chamado “last minute deals”)
  • Levei Euros e Libra (mais Euros porque só passei 3 dias em Londres)
  • Usei cartão de crédito internacional (Nubank e o MasterCard, sem problemas).
  • Comprei 2 noites extras em Londres (sem café da manhã) no mesmo hotel do meu Contiki
  • Andei muito de transporte público em Londres
  • Gastei em média uns 15 mil reais no total, considerando Contiki + passagens + todos os opcionais oferecidos + compra das moedas + gastos no cartão/chip de celular/comida/extras. O câmbio infelizmente não está dos melhores, então isso pode variar, eu nem sei o valor final ainda porque não fechou o cartão de crédito ainda.
  • Comi bem na viagem, quase nada de fast food. Todo mundo tava na onda de experimentar a comida local, então o preço das refeições não inclusas foi meio alto (muito sorvete, pizza, macarrão kkkkk).
  • Antes de ir eu também tinha lido que era muita festa, mas no meu grupo nem achei tanto assim. Uma menina não foi pra nenhuma porque ela não bebia álcool (o que nem faz muito sentido kkkk, é só sair e não beber né?!)… Outros dias as pessoas ficavam nos bares dos hotéis, teve alguns dias de festa, enfim, não é uma loucura, achei bem tranquilo. Tinha gente mais animado e outros nem tanto. Quem não é muito fã de baladas é só ir pro hotel e ta tudo bem 😉
  • Só pode levar uma mala com até 20 kgs. Isso foi a pior parte, sofri demaisssss, mas acho que fui meio trouxa porque tinha gente com malas bem maiores que a minha. Então não sei se sempre eles são de boa com isso e deixam passar, mas no meu caso, ninguém teve problema com mala e eu podia ter levado uma maior.
  • Cuidado para não se apaixonar kkkkkkk

Gostaram do post? Alguma dúvida?

Hoje faz exatamente um mês que embarquei, nem acredito!! 🙁

Ainda vou contar mais os hotéis e alguns diários de viagem contanto tudo detalhadamente!

Beijos,

Ana Caroline

DIÁRIO DE VIAGEM: JERICOACOARA 2017

Oiee!! Tudo bem com vocês?

Hoje vim contar pra vocês um pouquinho da minha viagem para Jericoacoara desse ano. Na minha família virou tradição, nos últimos anos tiramos uma semana de férias e vamos conhecer um pedacinho do nordeste do Brasil. A primeira vez foi Fortaleza e arredores, depois saímos de Fortaleza e fomos até os lençóis maranhenses e ano passado de Fortaleza até Natal. Todos esses lugares são paisagens diferentes, clima maravilhoso e acende um amor ainda maior pelo nosso país. Acho que já deu de perceber que gostamos de lá né? Hahahaha É que cada ano vamos descobrindo novas coisas para fazer!

Em 2015 havíamos visitado Jericoacoara bem rapidinho (até contei aqui no blog). A vila nos impressionou demais e nesse ano decidimos voltar com mais tempo para explorar cada cantinho. Parece que conhecemos um novo lugar!

Saímos de Blumenau na sexta (21/07) e nosso voo era até Fortaleza (dica: agora já tem aeroporto em Jericoacoara, compensa demais se esse for o único destino da viagem). Chegamos em Fortaleza no fim da tarde, passeamos um pouquinho pelo centro e a noite dormimos em Flecheiras. No sábado passeamos por essa parte do litoral que é linda e após o almoço começamos o caminho até Jeri.

De Fortaleza à Jericoacoara são cerca de 300 km, mas pode levar umas 5 horas para chegar até a vila. Nosso guia foi passando pelas praias, subimos dunas e encontramos lugares lindos, como os abaixo:

Chegamos no fim de tarde em Jericoacoara, jantamos e a noite decidimos conhecer o tradicional forró! Gente, que experiência incrível. Eu estou numa fase da vida que amo festinhas (hahah), então achei muito divertido. Foi algo completamente diferente do tipo de festa que eu vou, casais dançando e também vários turistas curiosos. Como era sábado, naquela noite era o Forró da Dona Amelia, o lugar é um restaurante e depois das 23:30h é que começa a festa. A entrada foi R$ 20,00. Vale a pena conhecer! Ah, cada dia o forró é em um lugar diferente, só se informar pela vila.

Outra dica da vida noturna de Jeri são as barraquinhas de caipirinha na beira da praia. A variedade é enorme, só escolher! Alguns dias da semana tem DJ tocando música por ali e o lugar lota. O bom é que fica ao ar livre e não precisa pagar para participar.

O dia seguinte foi livre e passamos na praia. É possível alugar cadeiras e guarda-sol. No fim do dia, subimos a Duna do Pôr do Sol para acompanhar o fim de tarde. Lá em cima venta muito, ou seja, areia voa toda em você (não adianta ir depois do banho ou arrumadinho porque sai de lá empanado kkkkkk) mas compensa demais. Sem dúvida o pôr do sol mais lindo que eu já vi na vida. É atração turística, a duna fica lotada!

Na segunda-feira tínhamos o primeiro passeio programado, saímos para o lado oeste, fizemos o passeio para ver os cavalos marinhos de barco, mangue seco até chegar em Tatajuba para almoçar e ficar até o fim do dia. Lá tem um escorregador que cai dentro da lagoa (R$ 10,00 para descer 3x) e stand up e caiaque para alugar. O restaurante é uma delícia (vou fazer um post contando as dicas mais específicas de onde comer/hospedar/etc).

Duas curiosidades: por ser no meio das dunas, não tem energia elétrica no local. Então, nosso suco de abacaxi, por exemplo, não foi feito no liquidificador e sim na mão mesmo! Outra coisa é que quando pedimos o cardápio, surgiu o garçom com os peixes/camarões/lagosta em uma travessa hahahah, era só escolher o que queria, ao vivo mesmo.

No dia seguinte, turistamos para o lado leste. A primeira (e mais longa) parada foi na Lagoa do Paraíso. Passamos praticamente o dia todo lá em um Beach Club chamado Alchymist. Já havíamos visitado a lagoa na viagem antiga, mas parecia que estávamos em um local totalmente diferente. Esse Beach Club é muito bem estruturado e gigante, totalmente direcionado para turistas. O preço é um pouco mais salgado, mas vale a pena passar o dia. É lá que tem as redes dentro da lagoa e a água super transparente cheia de peixes. Além disso também é possível alugar stand up e caiaque. Saímos de lá umas 15h e passamos pela Lagoa Azul, Praia do Preá e Árvore da Preguiça.

Os outros dias tínhamos livres e faltava só a Pedra Furada para finalizar os pontos turísticos. A maioria dos passeios ao fazer o lado leste também já param ali, mas a dica é ir até lá do centro de Jeri caminhando ou de charrete. Os carros acabam deixando numa distância bem longa da Pedra e é quase a mesma de andar do centro. A diferença é que andando do centro, além de não perder um tempo que poderia estar nas Lagoas, por exemplo, a vista pela praia é simplesmente maravilhosa! A caminhada é razoavelmente cansativa, mas vale MUITO a pena. Para quem não quiser andar tanto, as charretes chegam muito mais perto da pedra do que os carros ou bugues. E se quiserem uma dica ainda melhor, em determinadas épocas do ano o sol se põe bem no meio da pedra e é sensacional, eu acabei não indo – bobiei – e me arrependi. Fica a dica!

Essa foto do pôr do sol na Pedra Furada nossos amigos que tiraram, maravilhoso né? Eu vi o pôr do sol quase todos os dias e fiquei emocionada, vale a pena ver mesmo que da praia.

Gente, e esse céu azul? E a cor dessa água? Sem palavras!!

Jericoacoara tem um clima incrível, as ruas são todas de areia, tem uma vibe deliciosa e eu fiquei ainda mais apaixonada. Sem dúvidas voltarei.

No meu Instagram eu fiz um mini vídeo com alguns momentos da viagem:

Saudades desse paraíso 💛 #tbt

A post shared by Ana Caroline Cunha (@aneinha) on

 

Gostaram do post?

Beijos,

Ana Caroline

O QUE USAR NA ITALIA NA PRIMAVERA?

Nosso terceiro país, a Itália, nos recebeu com mais calor do que os outros. Na primeira cidade, Veneza, o aumento da temperatura ainda foi tímido, porém já não era mais preciso usar casacões e luvas.

As manhãs e tardes era mais frias, em torno dos 10° C, e as tardes chegavam aos 18° C, uma temperatura super agradável comparada com os 3° C de Londres + Chuva + Vento.

Já era possível sair do hotel apenas com um casaco leve e manga longa por baixo. Quem é mais calorento (oi, Matheus) já podia arriscar a manga curta. Como fez sol durante todos os dias em que ficamos lá, estava muito gostoso para caminhar nas ruazinhas e descobrir pontes e canais.

Blusa Branca Gola Alta, Calça Jeans e Casaqueto Caramelo Renner – Bota Caramelo Zara

Camisa H&M – Calça Jeans Renner – Bota Caramelo Zara

   Blusa Branca Doce Trama – Calça Branca Renner – Casaco Marrom Brechó (Enjoei) – Bota Caramelo Zara – Cinto Stradivarius

Resumindo, para Veneza, a mala pode ser um pouco mais leve! Mas ainda sim leve pelo menos um casacão. Calçados abertos já são mais bem-vindos, mas nas sombras das ruazinhas estreitas ainda fica friozinho.

Roma foi nossa última cidade e aí sim o calor europeu chegou para nos esquentar. As temperaturas durante o dia chegaram aos 23° C, então deu até para usar um vestido que tinha levado na mala! Pela manhã e noite ainda fazia frio: saímos do apartamento com 10° C, mas sempre esquentava – muito – durante o dia!

Para quem passa o dia caminhando em baixo do sol, 23° C é muito quente! kk 


Vestido Caramelo Doce Trama – Casaqueto Preto Doce Trama – Bota Preta Zara

Blusa Preta Renner – Casaqueto Preto Doce Trama – Calça Preta Zara – Tênis Preto Olympikus – Cinto Stradivarius

  

Último dia de viagem, já sem criatividade para montar looks :/
Blusa Branca Renner – Casaqueto Renner – Calça Jeans Zara – Bota Preta Zara

Para Roma, acredito que por garantia, ainda seja bom levar um casaco mais pesado, mas já é possível andar bem leve, sem muitas peças de roupa e com roupas mais curtas. Um calorzinho gostoso que pode muito bem ser acompanhado de um – ou vários! – gelatos por dia! kk

Espero que tenham gostado!

Beijos,
Carol Borba

O QUE USAR EM PARIS NA PRIMAVERA?

Nosso segundo destino na Europa foi Paris. Ficamos apenas três dias na cidade, mas conseguimos conhecer os pontos mais importantes e sentir um pouco o clima de lá.

Por lá, a primavera parecia já ter chego. Pegamos três dias de céu azul e temperaturas um pouco mais altas do que em Londres, por volta dos 15° C, mas ainda assim a composição dos looks continuou a mesma: tricot, casaco pesado e calça. Luvas e toucas não eram mais tão importantes assim, mas o cachecol sempre era bem-vindo por causa do vento.

Tricot Mescla Zara – Calça Branca Renner – Casaco Preto da Mãe – Bota Preta Zara

Tricot Mescla da Mãe – Calça Preta Zara – Casaco Marinho da Mãe – Bota Preta Zara

Moletom Off-White Sofie – Calça Preta Zara – Casaco Marrom Brechó (Enjoei) – Bota Marrom Zara

As dicas para quem vai à Paris nessa época continuam praticamente as mesmas de Londres. Quando faz sol e você caminha o dia inteiro esquenta, mas não o suficiente para usar roupas curtas ou abrir mão do casacão. A única coisa é que não era mais preciso colocar mil e uma blusas por baixo para aquecer.

Beijos,
Carol Borba

GRAMADO – DIÁRIO DE VIAGEM

Oi, meninas!
Tudo bem? Como passaram o feriadão?

Eu fui aproveitar esses três dias na serra gaúcha, em Gramado e foi muito bom. Eu já conhecia a cidade, fui algumas vezes quando mais nova, mas o Matheus nunca havia ido, por isso passamos por todos os pontos turísticos de lá.

Saímos de Blumenau na sexta-feira pela manhã e, depois de alguns imprevistos com a estrada no caminho, chegamos em Gramado no meio da tarde. A cidade estava como eu nunca tinha visto, coberta por uma neblina que deixou tudo branquinho! Apesar de a temperatura não estar tão baixa, por volta dos 17ºC, o vento fazia com que a sensação fosse bem menor.

Gramado

Nossa primeira parada foi no McDonald’s (que fica em uma construção mega diferente!) para “almoçar” rapidinho. Depois, continuamos pelo centro da cidade a pé para ver as lojinhas e os pontos principais, como a Igreja, a Rua Coberta e a Rua Torta. No final da tarde fomos para o hotel para nos arrumar para jantar.

Gramado

Gramado

Gramado

Gramado

Gramado

Gramado

Um dos lugares mais tradicionais de Gramado são os cafés coloniais, é quase uma parada obrigatória! Nós escolhemos o Bela Vista, pois eu já havia ido e é o mais conhecido por lá. Gente, é muita comida! Mas antes de irmos jantar, resolvemos dar uma passada rápida em Canela, apenas para ver o centrinho e a Igreja, que a noite tem uma iluminação linda que muda de cor!

Gramado - Canela

Gramado - Café Bela VIsta

Gramado - Café Bela Vista

O segundo dia começou por outra parada obrigatória: o Lago Negro. O lugar é muito lindo, e a volta ao redor do lago é uma caminhada supergostosa de fazer. Depois de lá, fomos para um lugar que eu ainda não conhecia, um parque de lavandas. Não é tão incrível quanto parecia, mas vale a visita. O parque também conta com uma lojinha e um café, e o apple strudel de lá é o que mais vale a pena no passeio!

Gramado - Lago Negro Gramado - Lago Negro

Gramado - Parque de Lavandas

Gramado - Parque de Lavandas Gramado - Parque de Lavandas Gramado - Parque de Lavandas Gramado - Parque de Lavandas Gramado - Apple Strudel

Depois de lá seguimos para a parte mais divertida da viagem, o Snowland! Ficamos lá até o final da tarde e não paramos um segundo! Começamos pelo simulador de ski, seguimos para a patinação no gelo, e depois fomos para a parte gelada do parque. Na Montanha de Neve a temperatura chega a -4ºC! Eu já viajei para uma estação de ski, então já sabia como era a neve, mas para o Matheus foi o primeiro contato. O parque é superdivertido e, mesmo tendo o ingresso um pouco carinho, vale a pena! Mas cansa muito! Quando saímos do parque passamos em algumas lojas de chocolate e depois fomos para o hotel.

Gramado - Snowland

Vilarejo Alpino
Vilarejo Alpino
Montanha de Neve - Snowland
Montanha de Neve – Snowland
Montanha de Neve - Snowland
Montanha de Neve – Snowland

Gramado - Chocolate LuganoGramado

O jantar dessa noite foi um fondue delicioso. Pesquisamos alguns restaurantes que servem fondue e acabamos optando por um menorzinho, mas super aconchegante e gostoso.

Gramado - Fondue Gramado

No domingo tínhamos apenas a manhã para aproveitar, então fomos até o Parque do Caracol, onde fica localizada a cascata de mesmo nome. O passeio mais conhecido de lá é a escadaria que proporciona vistas lindas da cachoeira, mas infelizmente o caminho estava interditado :/ Fizemos então todas as outras trilhas do parque! O lugar é lindo e é muito bom sair um pouco da cidade.

Cascata Caracol, no Parque do Caracol, em Canela
Cascata Caracol, no Parque do Caracol, em Canela

Gramado - Cascata Caracol

Depois de lá pegamos a estrada para voltar para casa :/

O tempo foi curto mas foi muito bom!
Para quem quiser dicas de lá, vou fazer um post mais detalhado sobre os lugares que fomos!

Beijos,

 

 

OSTERFEST EM POMERODE!

IMG_5926

Domingo passado foi dia de passeio em família!

Fomos até Pomerode visitar a Osterfest. O evento já está em sua 8ª edição e a grande “atração” é a Osterbaum, uma árvore com cerca de 120 mil cascas de ovos pintadas. O nosso passeio foi em um domingo pós almoço e o local estava LOTADO de gente. Para quem tem disponilidade, eu indicaria ir durante a semana pois deve ser mais tranquilo. Estava complicado de se locomover e foi até difícil de ver tudo que o lugar disponibiliza.

IMG_5924 osterfest

O local tem várias atrações, principalmente para as crianças, entre elas passeio de trenzinho, casa do coelho, passeio de pônei e pintura de ovos. Até eu me diverti tentando pintar os ovinhos (que não deu muito certo hahahaha)

osterfest   osterfest

Apesar da fama da árvore com 120 mil ovos (que são de plástico), a que eu achei mais bonita foi essa abaixo. Ela fica em um lugar fechado e é lotada de ovos de verdade, cerca de 10 mil!

osterfest osterfest pascoa

osterfest

Foto da Carol, que foi no mesmo dia, um pouco mais tarde! 😛

Para quem quiser visitar a Osterfest fica no Centro Cultural de Pomerode, até 27 de março, de quinta a domingo, das 10h às 19h. A área externa de visitação é gratuita e tem horários diferenciados aos finais de semana: sábado até às 21h e domingo até às 20h.

Mais informações sobre a Osterfest aqui.

 

Beijos,

ana-caroline

BUENOS AIRES EM UM DIA – RHAPSODY OF THE SEAS

O dia em Buenos Aires começou cedo (em comparação com o de Punta del Este) e com chuva. Saímos do Rhapsody of the Seas por volta das 9h30m e nossa primeira parada foi para comprar um guarda-chuva.

Como nosso objetivo era fazer a maior parte dos pontos turísticos a pé, começamos a jornada em direção à Calle Florida, um calçadão cheio de lojas, inclusive o Galerias Pacífico, um shopping com muitas lojas legais.

Buenos Aires | Rhapsody of the Seas

Caminhamos por toda a rua embaixo de chuva, até que, chegando na Plaza de Mayo, ela aliviou e até deixou o céu azul aparecer em alguns momentos. Essa região é legal para caminhar e fotografar, pois as construções são antigas e muito bonitas.

Buenos Aires | Rhapsody of the Seas

Buenos Aires | Rhapsody of the Seas

Buenos Aires | Rhapsody of the Seas

Buenos Aires | Rhapsody of the Seas

Passamos então pela Casa Rosada, sede do governo Argentino, a caminho de Puerto Madero. A construção também é linda e a cor deixa qualquer foto bonita.

Buenos Aires | Rhapsody of the Seas

Chegamos em Puerto Madero no início da tarde, então já fomos em busca do McDonald’s que tem por lá para almoçar. Essa parte da cidade mistura o moderno com o antigo e é linda! São inúmeras opções de restaurantes por lá, além de cafés super charmosos.

IMG_2729 IMG_2735

Ali também se localiza a Puente de la Mujer, uma ponte super famosa que liga os dois lados do canal. Atravessamos ela depois do almoço e subimos novamente o caminho por Puerto Madero, porém agora passando pela outra margem, a mais moderna, com prédios empresariais e condomínios de luxo.

Buenos Aires | Rhapsody of the Seas

Buenos Aires | Rhapsody of the Seas

Buenos Aires | Rhapsody of the Seas

Depois foi hora de partir para Caminito, em La Boca. Como o caminho até lá é mais longo e passa por lugares não tão legais assim, resolvemos pegar um taxi. Depois de mais ou menos meia hora chegamos na ruazinha mais colorida de Buenos Aires.

As lojinhas são super atrativas, apenas de todas venderem praticamente as mesmas coisas. As cores e a música (toca tango em todos os lugares) fazem com o que o clima seja único por lá. Ficamos pouco mais de uma hora aproveitando o lugar, então pegamos outro taxi e fomos para o bairro da Recoleta.

Buenos Aires | Rhapsody of the Seas

Buenos Aires | Rhapsody of the Seas

IMG_2787 Buenos Aires | Rhapsody of the Seas

Na Recoleta caminhamos até a Floralis Genérica, uma escultura de metal enorme. No início, ela abria as pétalas em certo horário do dia, mas com a falta de manutenção parou de funcionar. Mesmo assim, é um ponto turístico legal de conhecer!

Buenos Aires | Rhapsody of the Seas

De lá, caminhamos até o Hard Rock Buenos Aires. Em comparação com os outros que conheço, ele é bem pequeno, mas a decoração e o clima inconfundível fazem dele um lugar super agradável.

O Hard Rock fica localizado em um shopping de Design, e por lá também tem um Starbucks, então aproveitamos para tomar um cafezinho antes de voltar para o navio.

DCIM101GOPRO

IMG_20151222_184627084

O Rhapsody sairia do porto apenas as 23h30m, mas como já estávamos cansados de tanto andar e não tínhamos mais nenhum lugar programado para ir, voltamos para ele por volta das 19hs. Aproveitamos então para apreciar a vista de Buenos Aires a noite, que é linda!!

IMG_2829

Buenos Aires | Rhapsody of the Seas

No mapa abaixo está todo nosso trajeto, para ajudar quem está planejando viajar para a cidade sem muito tempo disponível.

Beijos,
Carol-Borba

RHAPSODY OF THE SEAS – DICAS E DÚVIDAS

Rhapsody of the Seas

Antes de ir viajar no final do ano passado, pesquisei muito sobre o navio em que iríamos, o Rhapsody of The Seas. Como ele nunca havia feito uma temporada no Brasil, não encontrei quase nenhuma informação em português, e as que encontrava em inglês não eram relatos pessoais, mas sim reviews de sites de viagens.

Como eu tinha muitas dúvidas e curiosidades sobre esse tipo de viagem, acredito que a maioria das pessoas que vai pela primeira vez também tenha. Por isso, resolvi fazer um estilo de questionário com as prinicpais dúvidas que eu tinha que foram respondidas apenas durante a viagem. Assim, espero poder ajudar quem também está passando pelo o que passei!

Lembrando que estas informações são específicas do cruzeiro que eu fiz, podendo ser diferentes em outros navios e empresas, ok?
Rhapsody of the Seas

    • A alimentação está inclusa no cruzeiro?
      Nos navios da Royal Caribbean, todas as refeições são inclusas. Porém, existem restaurantes de especialidade que são cobrados a parte e requerem reservas

Rhapsody of the Seas

    • Quais são os restaurantes inclusos? 
      No Rhapsody of the Seas, três restaurantes têm as refeições inclusas. O Windjammer oferece um buffet em todas as refeições e é super informal. Como fica ao lado da piscina, é possível se servir e curtir a área externa enquanto almoça, super gostoso. A comida é muito boa e super variada. Não é preciso fazer reservas. O Edelweiss é o restaurante mais formal do navio e serve café da manhã, almoço e jantar. Para a noite, é preciso fazer reservas, escolhendo o turno do jantar ou o horário da sua preferência. O sistema é a la carte e os pratos são super sofisticados e muito bons! O Park Cafe é uma opção mais rápida que fica no Solarium, área da piscina interna. São servidos lanches mais práticos em um buffet e também atende todas as refeições sem reservas. É bom para um café da tarde ou um late snack a noite.

Rhapsody of the Seas

    • Quais são as bebidas inclusas?
      No Rhapsody of the Seas estão inclusas as bebidas “de máquina”, ou seja, água, chá gelado, sucos que variam de sabores (laranja, frutas vermelhas, mas na maioria das vezes limonada), café e chás. Quem não bebe muita bebida alcoólica nem refrigerante consegue se virar muito bem com essas bebidas inclusas.

Rhapsody of the Seas

    • É preciso fazer reserva para o teatro?
      Não é preciso fazer reserva para as apresentações do teatro. Elas costumam acontecer sempre em dois horários, possibilitando que todos assistam a todas as noites de shows, sem importar o horário do jantar.

Rhapsody of the Seas

    • Como funcionam os pagamentos dentro do navio?
      Dentro do navio é utilizado dinheiro vivo apenas no casino. Em todos os outros lugares, o seu cartão do quarto (Sea Pass) irá funcionar como cartão de crédito também. Você passará ele todas as vezes em que comprar algo e no final do cruzeiro pagará a fatura no Guest Services.

 

    • É preciso ter cartão de crédito internacional para utilizar no navio?
      Não. Na hora do check in você pode cadastrar um cartão para que as despesas sejam faturadas automaticamente para o seu cartão, assim você não precisa fechar a conta no final do cruzeiro. Mas se você preferir pode pagar as despesas em dinheiro no fim da viagem, basta selecionar a opção “Dinheiro” na hora do check in online.

 

    • Como sei a programação diária do navio?
      Toda noite é deixada a programação e todas as informações do dia seguinte na sua cabine. Assim fica fácil se programar para todas as atividades!

 

    • Que tipo de roupa devo usar nos jantares?
      Nos restaurantes de especialidade, no Windjammer e no Park Cafe, você pode ir com qualquer roupa, não existe uma “regra”. Apenas no Edelweiss que o traje é sugerido. E Isso você verá sempre na programação do dia seguinte. Nela sempre estará a sugestão de traje para jantar, como informal, semi-formal, formal e de gala, por exemplo. Existem também noites em que o traje é sugerido por cor, como a noite do branco, etc. Mas tudo isso é apenas sugestão deles para que a gente entre no clima da noite. Se você estiver de calça jeans na noite de gala, não será proibida de entrar haha.

Espero ter ajudado quem está planejando uma viagem de cruzeiro com o Rhapsody of the Seas!

Beijos,
Carol-Borba

PUNTA DEL ESTE EM UM DIA – RHAPSODY OF THE SEAS

Continuando com os assuntos relacionados ao cruzeiro que fiz no final de ano, hoje começo a falar um pouquinho de cada cidade em que paramos. Como já contei aqui, as paradas foram Punta del Este, Buenos Aires e Montevideo, nessa ordem. Portanto, o post de hoje é sobre Punta e como aproveitar a cidade em um dia.

Punta del Este | Rhapsody of the Seas

Como Punta não tem um porto que suporte navios assim, a parada é no mar mesmo e o desembarque é feito por meio de lanchas. Por isso, demoramos bastante para chegar na cidade. O navio parou perto do meio dia, mas nossa vez de sair do navio chegou apenas perto das 15hs! O navio sairia dali perto das 19hrs, então o jeito era correr para conseguir ver tudo o que queríamos.

Como eu já havia ido para lá, sabia mais ou menos onde deveríamos ir, portanto assim que chegar no porto de Punta, fomos direto em direção à Playa Brava, passando pela Avenida Golero (uma das mais bonitinhas de lá).

Punta del Este | Rhapsody of the Seas

Punta del Este | Rhapsody of the Seas

Depois de uma parada para um sorvete na Freddo, continuamos pela avenida até chegarmos no monumento Los Dedos del Náufrago. Aproveitamos também para caminhar um pouco pela praia, que aliás estava quase vazia! Eu imaginei que estaria lotaaada, mas estava apenas um pouco mais cheia do que quando fui no inverno.

Punta del Este | Rhapsody of the Seas

Punta del Este | Rhapsody of the Seas

A próxima parada foi na Playa Mansa. “Atravessamos a ponta” até chegarmos nela. Essa praia é super legal para caminhar, pois tem um deck na orla que é super agradável. Fomos caminhando até o Hotel Conrad, pois como Matheus gosta de poker e afins, queríamos visitar o casino de lá, que é considerado um dos maiores da América do Sul.

Punta del Este | Rhapsody of the Seas

Punta del Este | Rhapsody of the Seas

Punta del Este | Rhapsody of the Seas

Punta del Este | Rhapsody of the Seas

Quando saímos de lá, faltava menos de uma hora para o navio sair, então resolvemos voltar para o porto para curtir um pouco o lugar. Na volta passamos pela Calle 20, conhecida como Fashion Road, que tem várias lojas legais, mas como já tinha contado na viagem anterior, o Uruguai não é um lugar muito bom para compras.

Já no porto, caminhamos por todo o molhe que além de barcos lindos tem também a presença dos famosos leões marinhos.

Punta del Este | Rhapsody of the Seas

Punta del Este | Rhapsody of the Seas

Punta del Este | Rhapsody of the Seas

Punta del Este | Rhapsody of the Seas

Por fim, foi hora de voltar para o navio :/ O tempo na cidade foi curto, mas ainda assim conseguimos visitar o que queríamos. A dica é se organizar e saber certinho para onde ir, assim não perdemos nem um minuto!

No mapa abaixo é possível ver como foi nosso trajeto pela cidade!

Beijos,
Carol-Borba